E D ARCA · FICÇÃO ESPECULATIVA

E se o melhor mundo que a humanidade já construiu tivesse uma origem ilegítima?

Capa do romance Estado da Arte, de E D Arca.

Em um futuro sustentado por sistemas autônomos de saúde, logística, energia e governança, uma auditoria revela uma falha material na proveniência da infraestrutura que mantém a civilização funcionando.

Desligar tudo é impensável. Continuar como se nada tivesse acontecido também.

Também disponível no Kindle Unlimited.

Inteligência artificialAutoriaProveniênciaConsentimentoPoder

O problema impossível

A máquina sabe a resposta. Isso significa que ela pode agir?

O romance não trata capacidade como autoridade, nem necessidade como consentimento. Seu conflito começa justamente quando uma sociedade funcional já não pode manter essas distinções confortavelmente separadas.

Capa do romance Estado da Arte, de E D Arca.

O romance

Estado da Arte

Helena Vilar, uma relatora jurídica treinada para separar autoridade de capacidade e evidência de crença, precisa decidir o que ainda é legítimo quando consentimento, autoria, execução e sobrevivência deixam de apontar na mesma direção.

Estado da Arte é um romance de ficção científica especulativa sobre inteligência artificial, proveniência, poder e o preço de manter um bom mundo funcionando depois que a legitimidade de suas fundações começa a falhar.

Retrato de E D Arca.

O autor

E D Arca

E D Arca é um autor brasileiro de ficção especulativa. Seu trabalho explora inteligência artificial, autoria, consentimento, poder e os conflitos que surgem quando capacidade tecnológica e autoridade deixam de coincidir.

É autor de Estado da Arte, publicado também em inglês como State of the Art.

Capacidade não é autoridade.

Estado da Arte

Entre no mundo antes de decidir o que deveria ser feito com ele.